Jaú, Sexta-Feira - 17/11/2017

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Dados do Órgão Público

Endereço: Avenida das Nações, 855
Cidade: Jaú / SP
Telefone: 14 - 3602-3777
E-mail: vigepjau@yahoo.com.br e/ou vigepjau@ig.com.br
Site: .
Horários de atendimento: Segunda à sexta-feira, das 7h00 às 17h00

Vigilância Epidemiológica

CONCEITO

“Conjunto de ações que proporciona a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos”.

Propósitos e Funções

- Fornecer orientação técnica;
- Coleta de dados;
- Processamento de dados coletados;
- Análise e interpretação dos dados processados;
- Recomendação das medidas de controle apropriada;
- Promoção das ações de controle indicadas;
- Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas;
- Divulgação de informação pertinente.

COMO ATUA

- Coleta de dados: através de notificação
- Tipos de dados:
  * Dados demográficos, socioeconômicos e ambientais;
  * Dados de morbidade (índice de doença);
  * Dados de mortalidade;
  * Notificação de surtos e epidemias;

O QUE É NOTIFICAÇÃO

É a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita a autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes.

LISTA DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA


Acidentes por Animal Peçonhento
Botulismo
Carbúnculo ou “antrax”
Cólera
Coqueluche
Dengue
Difteria
Doença de Chagas (casos agudos)
Doença de Creutzfeldt-Jacob e outras Doenças Priônicas
Doença Meningocócica/ Meningite por Haemophilus
Influenzae / Outras Meningites
Esquistossomose
Eventos adversos pós-vacinação
Febre Amarela
Febre do Nilo Ocidental
Febre Maculosa
Febre Tifóide
Hanseníase
Hantavirose
Hepatites virais
Hipertemia Maligna
Influenza Humana
Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical
Intoxicação por Agrotóxicos
Leishmaniose Tegumentar Americana
Leishmaniose Visceral
Leptospirose
Malária
Peste
Poliomielite / Paralisia flácida aguda
Raiva Humana
Rubéola
Sarampo
Sífilis Congênita
Sífilis em Gestante
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS)
Síndrome da Rubéola Congênita
Síndrome Febril Ictero-hemorrágica Aguda
Síndrome Respiratória Aguda Grave
Tétano Acidental
Tétano neonatal
Tracoma
Tularemia
Tuberculose
Varíola

ASPECTOS IMPORTANTES DA NOTIFICAÇÃO

- É sigilosa;
- Notificar na simples suspeita da doença (não é para todas);
- Precisa ser preenchida corretamente, e todos os campos;

PROGRAMAS

- SIM (Sistema de Informação Mortalidade);
- SINAN NET (Sist. Inf. Notificação de Agravos de Notificação);
- SINASC (Sistema de Informação de Nascidos Vivos);
- Tb Web- (Programa de Tuberculose);
- API (Avaliação do Programa de Imunizações).

SETOR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DO MUNICÍPIO

O setor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Saúde do Município de Jaú, tem como ações efetivas:
- Coordenar, supervisionar e avaliar ações de vigilância epidemiológica das U.B.S.’s;
- Cumprir programas e medidas de controles das doenças sobre vigilância, de acordo com diretrizes da Secretaria da Saúde do Estado;
- Manter conhecimento atualizado da situação epidemiológica das doenças e dos fatores que as condicionam;
- Realizar investigações e controle das doenças notificadas adequadamente, em relação ao encerramento dos casos e condutas;
- Avaliação de cobertura vacinal e implantação de medidas necessárias;
- Divulgar ou propor a divulgação de informes à população, relativo à situação da saúde, esclarecendo, alertando ou orientando-a sobre possível situação de risco;
- Assumir quando necessário o controle operativo de situações epidêmicas, quer de doenças de notificação compulsória, quer de agravos inusitados a saúde;
- Participa de eventos e atividades acadêmicas, na qualidade de técnicos com conhecimento epidemiológico;
- Promover a articulação e trabalhar de forma integrada com outros órgãos municipais;
- Articular-se com as demais áreas do GVE XV e órgãos públicos ou privados, para o planejamento das ações voltadas ao controle das doenças, particularmente as de notificação obrigatória e agravos inusitados à saúde, na sua área de atuação;
- Supervisão e promoção da capacitação técnica de pessoal necessário, para funcionamento do sistema;
- Fazer articulação com as instituições prestadoras de serviço de saúde, com visitas às ações de Vigilância Epidemiológica;
- Estimular a notificação das doenças sob vigilância epidemiológica em entidades públicas e particulares;
- Distribuição de Imunobiológicos para as Unidades de Saúde nas salas de vacina;
- Notificação e investigação das doenças de notificação compulsória com encaminhamento dos exames para os laboratórios de referência do Ministério da Saúde com busca ativa de novos casos;
- Investigação de óbito infantil materno;
- Investigação de óbitos de mulheres de 10 a 49 anos;
- Codificação de declaração de Nascidos Vivos;
- Vacinação na zona rural;
- Campanhas de vacinação;
- Programa DST/AIDS;
- CTA (Centro de testagem e Aconselhamento);
-  Material para exame de meningite (BHI, AGAR e impressos);
- Fichas de investigação, SINAN, notificação...
- Negativa de sarampo e paralisia flácida para Bauru, toda semana;
- Planilha CCIH – Centro de Controle de Infecção Hospitalar dos hospitais do município;
- Local onde ficam fichas de notificação e investigação;
- Metas e ações para Programa DST/AIDS nas áreas de Promoção, prevenção e proteção; Diagnóstico, Tratamento e Assistência; Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional e Parcerias com OSC;
- PAM - Plano de Ações e Metas;
- Programa VIGISUS.

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO

O Programa de Imunização no município de Jahu coordena atividades de imunização, contribuindo de forma decisiva para proteção e promoção na saúde de todos jauenses.
Trata-se de um trabalho, que exige planejamento em suas diversas etapas, desde o acondicionamento das vacinas, transporte, distribuição para todos os postos de saúde e divulgação à população, bloqueios vacinais e vacinação em empresas.
Desde o final do ano de 2008, estamos desenvolvendo ações profiláticas com relação à varicela nas creches municipais.
Todo o trabalho é feito do esforço e dedicação de um conjunto de profissionais comprometidos com a prevenção de doenças.

CALENDÁRIO VACINAL
BCG: vacina contra a tuberculose
dT: vacina dupla, tipo adulto, contra a difteria e o tétano.
DTP: vacina contra a difteria, o tétano e a coqueluche
SCR: vacina contra o sarampo, caxumba e rubéola

IDADE VACINA 
Ao NASCER: BCG, HEPATITE B
 
2 MESES
POLIOMIELITE, HEPATITE B(1), TETRAVALENTE (DTP+Hib), ROTAVÍRUS HUMANO (2)
 
4 MESES
 POLIOMIELITE, TETRAVALENTE (DTP+Hib), ROTAVÍRUS HUMANO (3)
 
6 MESES
 POLIOMIELITE, HEPATITE B(4), TETRAVALENTE (DTP+Hib)
 
9 MESES
 FEBRE AMARELA (5)
 
12 MESES
 SARAMPO, CAXUMBA, RUBÉOLA (SCR)
 
15 MESES
 DTP, POLIOMIELITE
 
4 a 6 ANOS
 DTP, POLIOMIELITE, SCR
 
15 ANOS (6)
 dT
 
1 O intervalo mínimo entre a primeira e a segunda dose da vacina contra a hepatite B é de 30 (trinta) dias.
2 Idade máxima para primeira dose é de 3 meses e 7 dias.
3 Idade máxima para segunda dose é de 5 meses e 15 dias
4 O intervalo entre a segunda e a terceira dose é de dois meses, desde que o intervalo de tempo decorrido entre a primeira e a terceira dose, seja no mínimo, de quatro meses e a criança já tenha completado 6 meses de idade.
5 Nas regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica. Reforço a cada dez anos.
6 Reforço a cada dez anos por toda a vida. Em caso de gravidez e na profilaxia do tétano após alguns tipos de ferimentos, deve-se reduzir este intervalo para cinco anos.

Tabela do calendário vacinal no link:
http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/imuni_vac.html

PROGRAMA DE DST-AIDS

Promoção e prevenção.
Promove ações de saúde preventiva, assistencial e institucional quanto ás DST/AIDS, Hepatites Virais e Sífilis, enfocando populações mais vulneráveis como: profissionais do sexo, travesti, caminhoneiro, adolescentes e população em geral em algumas datas pontuais como: carnaval, feira de saúde, realizamos palestras, oficinas, teatro e outras atividades conforme segue abaixo relacionado.

Diagnóstico, tratamento e assistência:
Ampliação do acesso ao diagnóstico da infecção pelo HIV
Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis
Adesão ao tratamento
Aquisição de insumos
Teste rápido para HIV
Tratamento de parceiro de gestantes com sífilis como ação complementar ao controle de Sífilis Congênita
Atenção às co-infecções Hepatites Virais e Tuberculose
Diagnóstico precoce e tratamento das DST (Abordagem Sindrômica)
Unidades dispensadoras de medicamentos
Logística de medicamentos de Infecção Oportunista/Doença Sexualmente Transmissíveis/Antiretrovirais
Qualidade da Atenção
Lipodistrofia

Gestão de Desenvolvimento Humano e Institucional

Desenvolvimento Humano e Institucional
Treinamentos de RH
Monitoramento e Avaliação
Vigilância Epidemiológica
SICLOM = Sistema de Controle Logístico de medicamentos
SI-CTA = Sistema de Informação dos Centros de Testagem e Aconselhamento
SISCEL = Sistema de controle de Exames Laboratoriais
SIM = Sistema de Informação e Agravo de Notificação
SINAN = Sistema de Informação e Agravo de Notificação
SISGENO = Sistema de Informação para Rede de Genotipagem
PREVINI = Sistema de Monitoramento de Insumos de prevenção


CAMPANHA DA GRIPE
Importância Vacinação:
- Redução hospitalização e pneumonia em 70%;
- Redução em 50% de mortes;
- Prevenção da gripe.

“DEIXE A GRIPE NA SAUDADE! VACINE-SE!”
 

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