Jaú, Sexta-Feira - 23/06/2017

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Veja programação cultural de 28-11 a 1-12

28 de novembro - quinta-feira

Local: Associação Amukenguê - 19h

Oficina de Percussão com, Paulo Dadamos Percussionista

Sinopse: A Associação Amukenguê oferece atividades a crianças a e adultos, nas quais eles poderão experimentar diferentes instrumentos de percussão e fazer brincadeiras com ritmo e movimento. Nas oficinas de capoeira, haverá uma breve explicação  sobre o esporte e poderá se aprender movimentos básicos.

 

Local: Academia Capoeira Zimbo (Balé Mariaska) - 19h30

Aula aberta de Capoeira com instrutor Silvio

Sinopse: Em algumas vezes chamada de jogo, em outras, de esporte, a capoeira tem origem incerta. Uma das correntes afirma que ela foi criada por escravos brasileiros. A outra hipótese sustenta que a capoeira foi trazida da África para o Brasil, sendo uma mistura de culturas, uma vez que os índios brasileiros tinham um ritual que mesclava música, dança e luta.

No mundo moderno, a capoeira é considerada um fenômeno social de alta relevância, principalmente pela ação popular de participação e favorecimento da coletividade. Na roda de capoeira não ocorre a separação dos participantes por graduação, sexo, tamanho ou tempo de treino. Existe uma grande democratização do jogo, sendo que os atos de vencer ou perder são muito subjetivos. O que difere a capoeira das outras artes marciais é a simbiose entre o jogo, a arte e a luta. Ou seja, os atos de lutar, jogar e brincar se confundem o tempo todo.

 

Local: Academia Bantus (Balé Mariaska) - 19h30

Aula aberta de Maculelê e Puxada de Rede

Sinopse: Essa manifestação de forte expressão dramática, ponto alto dos folguedos populares, destinava-se a participantes de ambos os sexo. A aula aberta busca resgatar a identidade desta manifestação que batendo as grimas (bastões) ao ritmo dos atabaques e ao som de cânticos em linguagem popular, ou em dialetos africanos tem grande repercussão nas festas populares do nordeste brasileiro.

A Puxada de rede é uma atividade comum no litoral do Brasil sendo praticada por pescadores e responsável pelo sustento de muitas famílias brasileiras. Devido à sua extrema beleza o ritual da “puxada de rede” foi levado para espetáculos associado à capoeira.

O ritual da “puxada de rede” é praticado por um grupo de homens, comandado pelo Mestre do mar. Preparam as redes usando calças curtas ou calções e chapéu de palha.

De raízes Africanas, assim como a capoeira, o samba chegou ao Brasil trazido pelos negros africanos e tornou-se parte do nosso folclore, sendo levado a shows e espetáculos de capoeira juntamente com o maculelê e a puxada de rede.

Hoje em dia o samba de roda é muito praticado nos eventos e finais de rodas onde os capoeiristas relaxam dançando. 

 

29 de novembro - sexta-feira

Local: Centro Histórico - 15h

Cortejo Cultural com Capoeira Zimbo e Capoeira Bantus.

Roda de Capoeira

Sinopse: Em algumas vezes chamada de jogo, em outras, de esporte, a capoeira tem origem incerta. Uma das correntes afirma que ela foi criada por escravos brasileiros. A outra hipótese sustenta que a capoeira foi trazida da África para o Brasil, sendo uma mistura de culturas, uma vez que os índios brasileiros tinham um ritual que mesclava música, dança e luta.

No mundo moderno, a capoeira é considerada um fenômeno social de alta relevância, principalmente pela ação popular de participação e favorecimento da coletividade. Na roda de capoeira não ocorre a separação dos participantes por graduação, sexo, tamanho ou tempo de treino. Existe uma grande democratização do jogo, sendo que os atos de vencer ou perder são muito subjetivos. O que difere a capoeira das outras artes marciais é a simbiose entre o jogo, a arte e a luta. Ou seja, os atos de lutar, jogar e brincar se confundem o tempo todo.

 

Local: Estação do Som - 20h

Café Filosófico: Escritores Negros da Literatura brasileira (Academia Jahuense de Letras)

Sinopse: A Academia Jahuense de Letras organiza nesta noite mais um evento voltado às comemorações do Mês da Consciência Negra. A reflexão proposta desta vez recai sobre a literatura brasileira e a contribuição do negro neste campo.

Há muito tempo a literatura brasileira é cheia de negros. Escritores ou personagens, negras e negros povoam nossas letras. De pele menos ou mais escura, só muito raramente, no entanto, os escritores se identificavam ou eram identificados como negros.

E isso num país em que boa parte da população sempre foi, assumida ou disfarçadamente, não branca! A situação de escravidão a que eram reduzidos os povos africanos para cá trazidos, sua condição de vida no Brasil, a vergonha com que se cobria o país pelo fato de ser uma nação escravocrata podem ser alguns dos motivos que explicam o apagamento da negritude, muito visível, por exemplo, nos estudos literários.

 

30 de novembro - Sábado

Local: Ilê Axé Omo Obá Toyó (Residencial Parati) - 20h

Festa das Yabás

Sinopse: Festa tradicional das religiões afro-brasileiras a Festa das Yabás é um dos momentos mais importantes do calendário religioso anual. Ganha importância por ser a comemoração e o reconhecimento das seis principais Orixás femininas que são responsáveis pelo equilíbrio da terra e da vida.

A festa, além de fazer parte da contribuição cultural da cultura negra para nossa sociedade, tem um sabor todo especial por promover ainda a gastronomia afro-brasileira com seus temperos diferenciados e sabores inconfundíveis.

 

CINEMA

 

28 e 29 de novembro – Quinta-feira e sexta-feira

Local: Cinema Municipal - 20h

Sessão Consciência: Quilombo

Por volta de 1650, um grupo de escravos se rebela num engenho de Pernambuco e ruma ao Quilombo dos Palmares, onde uma nação de ex-escravos fugidos resiste ao cerco colonial. Entre eles, está Ganga Zumba, príncipe africano e futuro líder de Palmares. Seu herdeiro e afilhado, Zumbi, contestará as idéias conciliatórias de Ganga Zumba, enfrentando o maior exército jamais visto na história colonial brasileira. Quilombo foi inspirado nos livros "Ganga Zumba", de João Felício dos Santos, e "Palmares", de Décio de Freitas.

Recomendação: 14 anos

 

30/11 e 1/12 – Sábado e domingo

Local: Cinema Municipal - 14h

Filme: “Meu Malvado Favorito 2”

Gru (voz de Steve Carell/Leandro Hassum) mudou radicalmente sua vida e agora seu negócio é se dedicar às filhotas Agnes (Elsie Fisher), Edith (Dana Gaier) e Margo (Miranda Cosgrove), deixando de lado os tempos de vilão. Ele só não contava que seu passado de "ladrão da Lua" pudesse falar mais alto e ser responsável pelo seu recrutamento, através da AVL (Liga Anti-Vilões), para salvar o mundo na companhia da agente Lucy (Kristen Wiig/Maria Clara Gueiros). Juntos, eles precisam localizar o criminoso que roubou a fórmula PX41, e Gru desconfia que um antigo "concorrente", chamado El Macho (Beijamin Bratt/Sidney Magal), possa ser o responsável por essa maldade. Para completar os problemas, o parceiro Dr. Nefário (Russell Brand/Luiz Carlos Persy) resolveu abandoná-lo e Margo está vivendo seu primeiro amor.

Dublado - livre

 

Local: Cinema Municipal - 20h

Filme: Wolverine Imortal

Após matar Jean Grey (Famke Janssen) para salvar a humanidade por ela não conseguir controlar os poderes da Fênix, Logan (Hugh Jackman) decidiu abandonar de vez a vida de herói e passou a viver na selva, como um ermitão. Deprimido, ele é encontrado em um bar pela jovem Yukio (Rila Fukushima). Ela foi enviada a mando de seu pai adotivo, Yashida (Hal Yamanouchi), que foi salvo por Logan em Nagasaki, no Japão, na época em que a bomba atômica foi detonada. Yashima deseja reencontrar Logan para fazer-lhe uma proposta: transferir seu fator de cura para ele, de forma que Logan possa, enfim, se tornar mortal e levar uma vida como uma pessoa qualquer. Ele recusa o convite, mas acaba infectado por Víbora (Svetlana Khodchenkova), uma mutante especializada em biologia que é também imune a venenos de todo tipo. Fragilizado, Logan precisa encontrar meios para proteger Mariko (Tao Okamoto), a neta de Yashida, que é alvo tanto de seu pai, Shingen (Hiroyuki Sanada) quanto da Yakuza, a máfia japonesa.

Legendado - Recomendação: 14 anos

 

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